Sem ele, adeus a vida

Postado em: 28/05/2014 às 13:23 por admin - curiosidades

Quimicamente, a definição de sal é bem simples: trata-se de uma substância produzida pela reação de um ácido com uma base. Como há muitos ácidos e bases, há vários tipos diferentes de substâncias que podem ser chamadas de sal. O que chamamos popularmente de sal de cozinha, ou simplesmente sal, é o cloreto de sódio – formado a partir da reação do ácido clorídrico com a soda cáustica. A principal fonte dessa substância é a água do mar, porém ela também pode ser encontrada em jazidas subterrâneas, fontes e lagos salgados.

Além de cair bem ao nosso paladar, o sal é uma necessidade vital. Sem sódio, o organismo seria incapaz de transportar nutrientes ou oxigênio, transmitir impulsos nervosos ou mover músculos – inclusive o coração.

Um corpo adulto tem, em média, 250 gramas de sal. Mas, como o perdemos constantemente, pela urina, pelo suor ou pelas lágrimas, é essencial repô-lo. Curiosamente, a deficiência de sal não dá um aviso claro – como a falta de comida, que causa fome. Por um mistério da fisiologia humana, ninguém sente um incontrolável desejo por sal. A carência, que pode até matar, manifesta-se em dores de cabeça, fraqueza e náusea. De qualquer forma, o homem aprendeu a reconhecer esses sinais e sempre buscou complementar sua alimentação com sal.

Os outros animais também precisam de sal. Como uma quantidade da substância é retida no organismo deles, povos primitivos que viviam basicamente da caça ou do pastoreio não necessitavam suplementar sua dieta com sal.

A situação mudou quando as comunidades se assentaram, desenvolveram a agricultura e uma alimentação mais rica em vegetais – pouco generosos em cloreto de sódio. Os rebanhos passaram, então, a ser guias do homem na procura da substância. Vacas, estima-se, consomem dez vezes mais sal que humanos. Segui-las era um método eficiente para chegar às fontes salinas.

A arqueologia revela o apreço de civilizações antigas pelo sal. “Não há melhor comida que vegetais salgados”, diz um papiro achado no Egito. Os egípcios, aliás, também foram pioneiros no uso do sal para conservar a carne.

Cores e tipos de sal

Postado em: 21/05/2014 às 12:46 por admin - Cozinha, curiosidades, dicas


O que confere a coloração diferenciada no sal são argilas, lavas e algas das lagoas de evaporação. Elas são acrescentadas deliberadamente ao sal. No Havaí, por exemplo, o sal negro tem esta cor por causa da lava preta e os vermelhos devido à argila vermelha adicionadas ao cloreto de sódio. No sal rosa do Himalaia, a coloração se deve aos minerais presentes, como ferro e manganês. Consequentemente, o sabor é de lava, argila, alga ou minerais. No defumado, a fumaça fria proveniente da queima de madeira (na França, em alguns casos, de barris utilizados na produção de vinhos) é o que confere o novo sabor e coloração ao sal. Deve-se provar para saber se estes sabores diferenciados agradam.

Em relação à flor de sal, o sabor é diferente? Vamos lá: o sabor consiste em cheiro, gosto e textura. Como o sal não tem cheiro, eliminamos este item. Sobram textura e gosto, e isto realmente muda a percepção do sabor. Ao salpicar uma salada com flor de sal, que invariavelmente tem grãos maiores que o sal refinado, uma explosão de sabor é identificada em algumas garfadas, o que confere uma experiência diferenciada no paladar. “O grão da flor de sal causa um atrativo aspecto visual ao alimento e, mais ainda, por proporcionar uma textura crocante na mastigação quando adicionado após o preparo do prato. Isso acontece porque são utilizados apenas os cristais retirados da camada superficial das salinas, onde se formam os grãos translúcidos. Mas vale uma ressalva: ele possui 10% a mais de sódio do que o sal refinado”, diz Daniel.

Os diversos tipos de uso para o sal definem a oferta de diferentes granulações do produto. Para o drink marguerita, com cristais de sal na borda da taça, é preciso um sal um pouco grosso, que consiga grudar na taça específica para este fim. Já para a pipoca do cinema, é exatamente o contrário: um grão muito fino é o ideal, para que ele penetre nas frestas e salgue nosso delicioso milho espocado. No churrasco, um sal bem grosso que seja fácil de grudar nas carnes cruas e simples de retirar após o preparo.

 

 

 

Desintoxicação: banho de sal amargo com bicarbonato de sódio

Postado em: 14/05/2014 às 13:03 por admin - Sem categoria

Tomar banho de sal amargo com bicarbonato de sódio é uma ótima maneira de limpar seu organismo de toxinas e aumentar seus níveis de magnésio. Com o uso das injeções de Methyl B12, ele passa a ser uma necessidade, pois é uma maneira rápida de eliminar as toxinas liberadas.

O sal amargo, também conhecido como sal de Epsom é o  sulfato de magnésio (Mg SO4). Muitas pessoas confundem o sulfato de magnésio com o cloreto de magnésio, por isso, preste atenção na hora de comprar. Tanto o sal amargo quanto o bicarbonato de sódio, são usados há muitos anos na medicina popular.

O sal amargo aumenta os níveis de magnésio e sulfatos do corpo e o bicarbonato de sódio, neutraliza a acidez e promove a eliminação de toxinas. O sulfato de magnésio é um  composto mineral natural que pode ser usado internamentecomo um laxante natural, ou externamente, em escalda pés ou banhos de imersão. O magnésio e os sulfatos são facilmente absorvidos pelo corpo.

Muitas pessoas têm deficiência de magnésio. Ele está envolvido em diferentes atividades enzimáticas, é necessário para o metabolismo de outros minerais, para a utilização adequada da insulina, para os músculos, nervos e para o sono.
O magnésio ajuda a manter o ritmo normal do coração e a pressão arterial, bem como protege a parede das artérias.

A deficiência em magnésio pode estar ligada a problemas comuns, tais como insônia e irritabilidade. Os sulfatos limpam o sangue e eliminam as toxinas das células. Isso faz com que sirvam para aliviar dores articulares também. Sulfatos são também necessários para a síntese de colágeno novo, o que é bom para se ter uma pele saudável, jovem e bonita.

O Bicarbonato de sódio tem um efeito alcalinizante no organismo. Ele neutraliza o excesso de acidez que o consumo de determinados alimentos causam em nosso corpo.
Para tomar o banho, misture meia xícara de sal amargo com meia xícara de bicarbonato de sódio em uma banheira de água quente. Fique nessa água de 20 a 30 minutos. Não enxague o corpo, apenas seque com uma toalha macia. Tome esse banho, preferencialmente, à noite. O efeito da água quente com a liberação de toxinas pode causar sonolência ou mesmo alguma tontura.

Apesar de ser relaxante, algumas crianças podem ter insônia com esse banho. Caso isso ocorra, diminua a quantidade de sal amargo, até achar a quantidade ideal. Depois vá aumentando progressivamente. Ou então, dê o banho durante o dia. Esse banho não é recomendado para  mulheres grávidas e pessoas com problemas cardíacos e pressão alta.

 

Via santadecasafazmilagre.blogspot.com.br

Batata Rústica – assada com alecrim e sal grosso

Postado em: 30/04/2014 às 12:36 por admin - Cozinha, culinaria, dicas

• Ingredientes

4 batatas

4 ramos de alecrim

2 colheres (sopa) de azeite

sal grosso e pimenta-do-reino a gosto

• Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno a 200 °C (temperatura média). Lave e seque bem as batatas e os ramos de alecrim.

2. Numa tábua, corte as batatas em gomos: sempre no sentido do comprimento, vá cortando em metades até formar gomos na espessura que desejar. No Panelinha, gostamos deles mais gordinhos!

3. Transfira os gomos para uma panela, cubra com água e tempere com uma colher (chá) de sal (comum ou grosso). Leve ao fogo alto e, quando água começar a ferver, deixe cozinhar por 6 minutos.

4. Retire do fogo e escorra a água e deixe as batatas no escorredor por alguns minutos.

5. Transfira para uma assadeira (de preferência antiaderente), adicione os ramos de alecrim e regue com o azeite.

6. Tempere com sal grosso e pimenta-do-reino moída na hora. Leve ao forno preaquecido para assar por 40 minutos.

7. Retire do forno e, com ajuda de uma espátula, com cuidado solte as batatas da assadeira. Sirva imediatamente.

• Opcional

Quem gosta de alho pode experimentar colocar dentes inteiros, com ou sem casca, para assar com as batatas.


Crenças sobre o Sal

Postado em: 23/04/2014 às 12:36 por admin - Sem categoria

Nas crenças populares, ele é um ingrediente obrigatório para afastar demônios e feiticeiras. No Brasil, senão uma prática, o banho de sal grosso é uma expressão comum para designar proteção contra o mau-olhado. Recipientes com sal e uma cabeça de alho podem ser vistos com freqüência não apenas em casas, mas também em lojas e escritórios. A explicação de um demonólogo francês do século 16 para os poderes anti-diabólicos do sal: “ele é a marca da eternidade e da pureza, porque jamais apodrece ou se corrompe. E tudo o que o diabo procura é a corrupção e a dissolução das criaturas, tanto quanto Deus busca a criação. Daí a obrigação, pela lei de Deus, de colocar sal na mesa do santuário…”

Povos antigos atribuíram ao sal poderes afrodisíacos e acreditavam que sua carência reduzia a potência sexual dos homens. Uma gravura satírica francesa do século 16 mostra mulheres de diversas classes sociais numa atividade insólita: debruçadas sobre maridos sem calças, que esperneiam, aprisionados em barris, elas esfregam com sal, vigorosamente, suas partes íntimas.

Até hoje é grande o número de superstições em torno do sal. Algumas delas:

• O saleiro passado de mão em mão a outra pessoa da mesa traz má sorte. No Brasil, recomenda-se que ele não seja levantado da superfície da mesa. Nos Estados Unidos, existe o ditado “passe-me sal, passe-me sofrimento”.

• Jogar sal afugenta os vampiros.

• Usar um sachê de sal pendurado no pescoço afasta os maus espíritos.

• Derrubar sal traz má sorte, a menos que se jogue uma pitada por cima do ombro direito.

• Para afastar maus espíritos, joga-se sal por cima do ombro esquerdo.

• Cada grão de sal derrubado equivale a uma lágrima. Para evitá-las, leva-se imediatamente o sal derrubado para uma panela no fogo. Isso bastará para secar as lágrimas.

• Emprestar ou pedir emprestado sal ou pimenta destrói a amizade. É melhor oferecê-los e aceitá-los como um presente.

• No oriente médio acredita-se que quando duas pessoas comem sal juntas, formam um vínculo. Por isso, usa-se sal para selar um contrato.

• No Havaí, a pessoa que volta de um funeral polvilha sal sobre si mesma, para garantir que maus espíritos que rondassem o defunto não a acompanhem em casa.

• No Japão, espalha-se sal no palco antes da apresentação para evitar que maus espíritos joguem pragas sobre os atores.

• Em muitos países espalha-se sal no umbral da porta de uma casa nova para impedir a entrada de maus espíritos.

Banho de Sal Grosso

Postado em: 16/04/2014 às 12:33 por admin - dicas-de-saude

Tomar um banho de sal grosso é uma ótima maneira de renovar as energias e desintoxicar o organismo, afastando micro-organismos que poderiam causar doenças. O banho de sal grosso estimula a circulação sanguínea, relaxa corpo e mente e diminui as dores articulares.

Ele consegue remover as impurezas da pele, promovendo a sua regeneração, sendo também benéfico para suavizá-la. Além disso, o sal ajuda no processo de cicatrização e restaura o equilíbrio eletrolítico natural do corpo.

Fazer um escalda-pé, com água morna e sal grosso, é uma antiga maneira de aliviar o cansaço do corpo e tratar calosidades, aliviando a coceira e ajudando a amaciar a pele.

O sal grosso é o principal ingrediente utilizado na preparação dos sais de banho, utilizados em banhos de imersão. Quem desejar tomar um banho com sal grosso, basta encher uma bacia com água morna e acrescentar um punhado de sal grosso, mexendo bem, até dissolver um pouco. Depois é só esfregar o corpo com a quantidade de sal que sobrou inteiro na bacia.

Enxaguar o corpo com água potável é uma das maneiras de evitar o ressecamento da pele. Recomenda-se também passar um bom hidratante em todo o corpo, logo depois.

 

Via www.tuasaude.com

Diversas utilidades do sal

Postado em: 09/04/2014 às 12:51 por admin - dicas

 O sal pode ser um aliado em diversas situações:

1. Soro Caseiro

O soro caseiro é indicado para todas as idades, e pode inclusive ser utilizado em cães e gatos, que apresentam sintomas de vômitos e diarreias. Modo de preparar:  adicionar 1 pitada de sal e 1 punhado de açúcar, ou então, 2 colheres de sopa de açúcar e 1 colher de café de sal, a 1 litro de água filtrada fervida. Dar para a criança pequenas doses de 1/2 em 1/2 hora.

2. Cores vivas em Roupas

O desgaste natural das cores são causados por decorrência da água em contato com a tinta, dessa forma dissolvendo os corantes do tecido. Mas se utilizar sal na água esse processo irá ajudar a preservar a cor das roupas. Modo de preparar: Dissolver sal na lavagem e no enxágue das roupas coloridas, na proporção de 1 colher (sopa) de sal para cada 10 litros de água

3. Restaurar cores de Carpetes

Para restaurar as cores do seu carpete, é necessário limpar com um pano ou escova umedecida em uma solução de 1 xícara (chá) de sal dissolvido em 3 litros de água e deixe secar naturalmente. Essa dica também ajuda a remover traças.

4. Limpar panelas engorduradas

Suas panelas de ferro que possuem gorduras poderão ser facilmente lavadas se você puser um pouco de sal nelas e esfregá-las com um papel.

 

O sal na história

Postado em: 02/04/2014 às 12:58 por admin - sal

Os registros do uso do sal remontam a 5 mil anos. Ele já era usado na Babilônia, no Egito, na China e em civilizações pré-colombianas. Nas civilizações mais antigas, contudo, apenas as populações costeiras tinham acesso a ele. Mesmo assim, estavam sujeitas a períodos de escassez, determinados por condições climáticas e por períodos de elevação do nível do mar. A tecnologia de mineração só começou a se desenvolver na Idade Média.

Escasso e precioso, o sal era vendido a peso de ouro. Em diversas ocasiões, foi usado como dinheiro. Entre os exemplos históricos mais conhecidos figura o costume romano de pagar em sal parte da remuneração dos soldados, o que deu origem à palavra salário.

Por ser tão valioso, o sal foi alvo de muitas disputas. Roma e Cartago entraram em guerra em 250 a.C. pelo domínio da produção e da distribuição do sal no Mar Adriático e no Mediterrâneo. E após vencer os cartagineses, o exército romano salgou as terras do inimigo, para que se tornassem estéreis. Cerca de 110 a.C., o Imperador chinês Han Wu Di iniciou o monopólio do comércio de sal no país, transformando a “pirataria de sal” em crime sujeito à pena de morte.

O monopólio e o peso dos impostos sobre o sal foram estopim de grandes rebeliões. Na França, a elevação de uma taxa criada em 1340, chamada gabelle, ajudou a precipitar a Revolução, em 1789. Séculos depois, na Índia, as taxas abusivas cobradas pelos ingleses encorajaram o movimento da desobediência civil, liderado por Ghandi, na década de 1930.

Via www.desenvolturasedesacatos.blogspot.com.br

Peixe em crosta de sal

Postado em: 26/03/2014 às 13:18 por admin - Sem categoria

Ingredientes:

- 1 robalo ou uma dourada, com cerca de 800g
- 2 ou 3 pacotes de sal grosso
- Ramos de ervas aromáticas variadas (manjericão, salsa, coentros, etc.)
- Papel de alumínio

Preparação:

1. O peixe não precisa de grandes cuidados. Coloque o peixe já amanhado (solicite-o aquando da compra) sobre um prato limpo, e encha a barriga com os ramos de ervas aromáticas variadas até tapar completamente a barriga. Dessa maneira o sal, não irá entrar no peixe, e as ervas vão-lhe dar um sabor especial.

2. Escolha uma travessa grande que possa ir ao forno, e onde caiba o peixe que comprou. Forre-a com papel de alumínio.

3. Coloque um pacote de sal a cobrir toda a base da travessa. Se necessitar coloque mais sal, pois não há problemas de excesso, ou qualquer risco do peixe ficar salgado.

4. Coloque o peixe ao centro da travessa, por cima do sal. De seguida, pegue noutro pacote de sal e verta-o sobre o peixe, tapando-o completamente. É conveniente que fique uma película de 1 centímetro de sal sobre o peixe, para o cozinhar bem. Mas não se preocupe com este pormenor, pois ao ir ao forno, o peixe ficará sempre bem cozinhado e apetitoso.

Pode salpicar o sal, com gotas de água, o que ajudará a cristalizar o sal e fazer uma película mais compacta.

5. Agora que já tem o peixe, completamente envolvido em sal, coloque a travessa no centro do forno e deixe-o a cozinhar em temperatura máxima, durante 20 minutos.

Depois deste tempo, desligue o forno e deixe ficar o peixe mais 15 minutos, a cozinhar no calor remanescente.

6. Passado este tempo, retire a travessa do forno e coloque-a sobre uma bancada segura, pois vai iniciar uma operação cirúrgica delicada: tirar o peixe do sal.

7. A forma mais fácil é esta: escolha uma faca normal e bata ligeiramente no sal. Este irá partindo-se e saindo por lascas. Vá retirando o execesso de sal, aos poucos até tirar toda a cobertura de sal do peixe.

De seguida, com cuidado, só tem que “levantar ” o peixe com uma espátula larga, para não o partir e colocá-lo sobre uma travessa limpa.

Em alternativa, há quem goste de servir o peixe ainda na travessa de sal, mas tem que ter cuidado para não o salgar, evitando que partes de sal caiam sobre o peixe.

8. Pode acompanhar com uma salada de alface e rúcula temperada com azeite e limão.

Banho de sal marinho no combate à celulite

Postado em: 19/03/2014 às 12:56 por admin - Beleza

Diferente do que muitos pensam, o sal pode ser um bom amigo no combate à celulite. O banho de sal marinho é um excelente remédio caseiro para a diminuição da celulite uma vez que suas propriedades estimulam a circulação e aumentam a corrente linfática diminuindo o acúmulo de gordura no organismo.

RECEITA:
Ingredientes
-2 xícaras de sal marinho;
-Banheira com água morna.

Modo de Preparo:
Encher a banheira com água morna e adicionar as 2 xícaras de sal. Misturar bem a água e relaxar na banheira por pelo menos 20 minutos. Massagear as pernas e nádegas com o sal marinho e enxugar com agua fria. Para aumentar a eficácia, aplique um hidratante na pele logo após o banho.

Esse tratamento ajuda a amaciar a pele e diminuir os vestígios de celulite no corpo.