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O que é Flor de Sal?

Postado em: 12/02/2014 às 13:51 por admin - sal, saúde

 

A flor de sal é fonte natural de ferro, zinco, magnésio, iodo, flúor, sódio, cálcio, potássio e cobre, pois não sofre nenhum processamento ou refinação posterior à sua recolha do mar. É um produto artesanal raro devido à sua produção limitada aos meses mais quentes de verão.

A flor de sal é o nome que se dá aos primeiros cristais de sal que se formam e permanecem na superfície das salinas, sendo recolhida em largos tanques rasos de argila. Esta  operação manual retira apenas uma finíssima película de cristais de sal que se forma na superfície da água das salinas, e nunca toca o fundo.

A flor do sal marinho é composta por pequenos cristais brancos e quebradiços, com um suave perfume esse “caviar do mar” revela o sabor dos alimentos adicionando além do cloreto de sódio minerais essenciais para o equilíbrio do organismo.

A sua riqueza em minerais uteis e necessários à saúde que conferem à flor de sal sua vantagem sobre  sal marinho comum, devendo se ter a mesma cautela sobre o seu uso moderado.

Império do sal

Postado em: 15/01/2014 às 12:30 por admin - sal, saúde

 

A geologia moderna – que facilitou a prospecção do sal-gema – e a modernização das salinas derrubaram os preços do sal no século passado. A chegada da comida enlatada e, principalmente, da refrigeração, reduziram drasticamente a demanda na indústria de alimentos. Ainda assim, a produção mundial é, hoje, de 210 milhões de toneladas por ano. Os Estados Unidos são responsáveis por 20% desse total, à frente de China, Alemanha, Canadá e Índia.

É na terra do Tio Sam que fica uma das regiões mais ricas do mundo nesse mineral. Salt Lake City, capital do Estado de Utah, está à beira de um dos maiores lagos salgados do planeta. Sorte dos americanos, que precisam do sal para muito mais do que para temperar guloseimas. Menos de 10% do sal que os Estados Unidos produzem é de mesa, aliás. A grande fatia – cerca de 50% – serve para derreter a neve das estradas no inverno.

Hoje, graças à tecnologia, contam-se pelo menos 14 000 utilidades para o sal, sobretudo na indústria farmacêutica. Muitas pesquisas relacionam problemas de pressão alta ao alto consumo de sal, mas ele não é o demônio que pintam. Usado em doses moderadas ou prescrito pelos médicos, o sal só faz bem. O iodo, adicionado ao produto refinado, previne doenças. E estudos mostram que o cloreto de sódio é benéfico para quem sofre de reumatismo.

Sem contar sua utilidade nas emergências. O que seria de um acidentado sem aquela garrafinha de soro fisiológico? Pesquisas recentes, algumas delas feitas no Brasil, empregam soluções salinas ainda mais concentradas que o soro nos momentos seguintes à internação de quem perdeu muito sangue. Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto do Coração de São Paulo descobriram que o “salgadão”, como é chamado esse supersoro, controla arritmias cardíacas e reduz as lesões por falta de oxigênio no cérebro.

“Nem sempre se valoriza o que realmente faz diferença no dia-a-dia”, diz Mark Kurlansky. Hoje, pode até ser o caso do sal, que dificilmente freqüenta um bate-papo num boteco ou num restaurante três estrelas. Mas uma coisa é certa: sem ele, o mundo teria bem menos graça. Seria assim… meio “sem sal”.

Sem sal, adeus a vida

Postado em: 13/11/2013 às 10:00 por admin - sal, saúde

sal (1)Quimicamente, a definição de sal é bem simples: trata-se de uma substância produzida pela reação de um ácido com uma base. Como há muitos ácidos e bases, há vários tipos diferentes de substâncias que podem ser chamadas de sal. O que chamamos popularmente de sal de cozinha, ou simplesmente sal, é o cloreto de sódio – formado a partir da reação do ácido clorídrico com a soda cáustica. A principal fonte dessa substância é a água do mar, porém ela também pode ser encontrada em jazidas subterrâneas, fontes e lagos salgados.

Além de cair bem ao nosso paladar, o sal é uma necessidade vital. Sem sódio, o organismo seria incapaz de transportar nutrientes ou oxigênio, transmitir impulsos nervosos ou mover músculos – inclusive o coração.

Um corpo adulto tem, em média, 250 gramas de sal. Mas, como o perdemos constantemente, pela urina, pelo suor ou pelas lágrimas, é essencial repô-lo. Curiosamente, a deficiência de sal não dá um aviso claro – como a falta de comida, que causa fome. Por um mistério da fisiologia humana, ninguém sente um incontrolável desejo por sal. A carência, que pode até matar, manifesta-se em dores de cabeça, fraqueza e náusea. De qualquer forma, o homem aprendeu a reconhecer esses sinais e sempre buscou complementar sua alimentação com sal.

Via http://super.abril.com.br

Função do sal no organismo

Postado em: 06/11/2013 às 10:00 por admin - saúde

Sal-O sal equilibra o meio aquoso de nosso corpo, facilitando a troca de água entre as células e seu meio externo, ajudando na absorção de nutrientes e na eliminação de detritos. O Sódio é necessário na transmissão dos impulsos nervosos e na contração muscular, inclusive nas batidas do coração e para o equilíbrio do sistema imunológico.

Segundo o médico Dr Márcio Bontempo, durante a “fabricação” na lavagem do sal marinho puro a quente para melhor clarear o produto, são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural. Por isso é necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural. É utilizado para prevenir o bócio como exigência das autoridades de controle. No entanto, é geralmente usado numa quantidade 20 % superior à normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tireóide diferentes do bócio, como nódulos (que hoje em dia as pessoas estão tendo em freqüência maior) de natureza diversa, tumores, hipoplasia, etc.

Uma boa dica é substituir o sal refinado pelo sal marinho que pode ser moído fino.

Existem vários sais gourmets no mercado, são os sais “gema” extraídos da sedimentação de lagos ou águas paradas, como o sal do Himalaia; servem para a finalização de pratos, trazendo mais sofisticação à eles. Porém, os médicos defendem que estes sais também devem ser consumidos com moderação, pois não contém todos os elementos presentes no sal marinho.

Via http://cuecasnacozinha.com.br

Sal Marinho

Postado em: 23/10/2013 às 10:00 por admin - curiosidades, sal, saúde

 

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O sal marinho é o resultado da evaporação da água do mar. Sendo assim, é mais recomendado pelos médicos por ser menos salgado e não passar pelo mesmo processo de refinamento que o sal de cozinha comum, o sal mineral.

As substâncias minerais dão ao sal marinho um gosto natural e diferenciado, sendo benéfico para a saúde, pois contém micro-minerais que são removidos do sal comum durante o processo de refinamento, entre eles o iodo. Outro tipo de sal ainda mais rico em minerais e com grande valor nutricional é a flor de sal.

O sal marinho deve ser usado segundo a recomendação de sal, e assim proporciona a reposição de minerais no organismo e o bom funcionamento da glândula tireóide, além de evitar a formação de cálculos renais. O benefício é ainda maior para populações que vivem longe do mar, por compensar as carências nutricionais pelo menor consumo de produtos marinhos.

O sal marinho é uma excelente solução caseira para garganta, quando está inflamada ou irritada.

O sal marinho pode ser encontrado grosso, fino ou em flocos, nas cores rosa, cinza ou preto.

Via tuasaude.com

Conheça os benefícios e os malefícios do sal em nosso corpo

Postado em: 16/10/2013 às 9:00 por admin - saúde

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O papel do sal em nosso organismo é da maior importância. Ele colabora no bom funcionamento do corpo, regulando a quantidade de líquidos que ficam dentro e fora de nossas células. Só que, como tudo na vida, precisa haver um equilíbrio.

Consumido em excesso, o sal provoca alterações nesses líquidos, levando o organismo a reter mais água. Com isso, coração e rins ficam sobrecarregados, principal causa da hipertensão.

Por isso é que os médicos e especialistas insistem tanto na necessidade de diminuir a ingestão de sal. A quantidade recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) é de menos de cinco gramas por pessoa.

Mas, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) os brasileiros consomem uma média de 12 gramas diárias. Consumido de forma moderada, óbitos por AVC podem diminuir em até 15%, por infarto 10% , aumentando a expectativa de vida em até quatro anos.

via R7

Iodo: por que ele é importante para a saúde do seu filho

Postado em: 18/09/2013 às 14:43 por admin - sal, saúde

sal-sodio-20132203-size-598Hoje em dia, fala-se muito no cuidado com o consumo excessivo de sal, já que altas quantidades de sódio – um de seus principais componentes – predispõem o organismo humano ao risco de hipertensão arterial. Mas não podemos esquecer que, além do sódio, o sal de cozinha possui iodo em sua composição e é uma importante fonte desse mineral indispensável à nossa saúde.

“O iodo é essencial ao organismo, já que trabalha na síntese dos hormônios produzidos pela glândula tireoide”, afirma Marisa Resende Coutinho, nutricionista do Hospital São Camilo (SP). A profissional explica que estes hormônios são fundamentais para a manutenção do fluxo de energia pelo corpo, seu desenvolvimento físico e neurológico e o funcionamento do coração, do fígado e dos rins, entre outros órgãos. Fernanda Saccoletto, nutricionista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP), lembra, ainda, que os hormônios da tireoide atuam no metabolismo de proteínas, lipídios, água e elementos minerais.

Entre as principais consequências de uma dieta deficiente em iodo estão o bócio (hipertrofia da tireoide, que provoca inchaço na região do pescoço, dificuldade de deglutir e respirar e tosse irritativa) e o hipotireoidismo, que, nas crianças, é caracterizado por fadiga, sono em excesso, pele amarelada e seca, sensação de frio, constipação, baixa estatura, dificuldade de concentração, apatia e atraso no crescimento dos dentes, entre outros sintomas.

Segundo Fernanda Saccoletto, todos esses transtornos podem ser evitados com uma suplementação adequada de iodo. Então, na hora de cozinhar e temperar, opte sempre pelo sal iodado – só tome cuidado para não abusar! Além de leite e ovos, que também são fontes do nutriente, vale incorporar à dieta do seu filho peixes de água salgada.

Flávia Borges, nutricionista do Hospital Infantil Sabará (SP), chama atenção para o fato de que alguns alimentos podem diminuir a absorção do iodo e que, portanto, devem ser consumidos com moderação em casos de baixa ingestão da substância. São eles: cenoura, milho, couve-flor, pêssego, soja, repolho, batata-doce e mandioca.

 

via Revista Crescer

Você sabe o que é Haloterapia?

Postado em: 31/07/2013 às 18:06 por admin - curiosidades, sal, saúde

6Imagine você dentro de um ambiente todo forrado a sal? Esse tratamento existe… Embora ainda seja pouco conhecida no Brasil, essa terapia consiste em você ficar dentro dentro de uma sala com paredes, tetos e assoalhos cobertos com camadas de sal puro.

A eficácia dessa terapia é associada ao ambiente original de uma gruta de sal e começou a ganhar força na Alemanha, depois que o médico Karl Hermann Spannager notou melhoras na saúde dos seus pacientes quando eles se esconderam nas minas de sal para escapar ao bombardeamento.

De acordo com Luiz Pregnaca, sócio da clínica Vitasal (localizada na Vila Leopoldina, em São Paulo), a terapia é recomendada no tratamento de doenças como infecções virais, tosses, asma, rinite, bronquite, estresse, ansiedade, insônia, problemas de pele causada por alergias, psoríase e até mesmo como prevenção de um possível resfriado, e tem sua contra indicação no tratamento de quimioterapia, radioterapia e tuberculose.

Por ser uma terapia alternativa que busca dar conforto respiratório ao paciente (já que a função do sal é limpar as vias respiratórias e fazer a pessoa eliminar o muco), não é preciso ter nenhum profissional especializado para acompanhar o cliente nas sessões.

A clínica possui duas salas (uma adulta e outra infantil), ambas com capacidade para sete pessoas. Essas salas têm a disposição televisão e cadeiras, para quando o cliente iniciar a sessão (após ser obrigatório o uso de touca e proteção nos pés) possa se acomodar, espreguiçar e relaxar durante os 45 minutos, além de ter a complementação da ” Cromoterapia ” que é a utilização das cores de luzes que ajuda na cura de algumas doenças.

Durante esse tempo, Pregnaca enfatiza que a pessoa inala o mínimo de sal, que não chega a corrente sanguínea. É recomendado em média um total de 10 sessões, sendo que as primeiras cinco sessões, são feitos em dias consecutivos e a partir da sexta sessão em dias alternados. O benefício do tratamento já é perceptível nas primeiras sessões.

Sal com menos iodo começa a chegar às mesas

Postado em: 24/07/2013 às 17:56 por admin - Legislação, sal, saleiros, saúde

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Nesse mês, começou a valer a determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que estabelece a redução na quantidade de iodo adicionada ao sal produzido no Brasil. A medida, publicada no Diário Oficial da União em 25 de abril, concedeu prazo de 90 dias para que as refinadoras se adequassem à mudança. O teor máximo permitido de iodo no sal foi reduzido de 60 para 45 miligramas por quilo.

A adição do iodo no sal foi adotada na década de 1950 como estratégia de redução do bócio, doença provocada pela deficiência do nutriente no organismo. No entanto, a quantidade adicionada foi revista, recentemente, em razão das mudanças no padrão de alimentação dos brasileiros. Atualmente, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE), o consumo médio de sal pela população brasileira é de cerca de oito gramas por dia.

A recomendação da Organização Mundial da Saúde para populações com ingestão de sal em torno de 10 gramas por dia é que a faixa de iodação do sal esteja entre 20 a 40 miligramas por quilo. O Brasil era um dos poucos países que tinha o nível máximo de adição de iodo no sal acima do estipulado pela OMS.

Implicações
O motivo da preocupação é que a ingestão excessiva de iodo pode desencadear, por exemplo, o hipotireoidismo e o hipertireoidismo, que são doenças autoimunes. Trata-se de uma espécie de defeito no sistema imunológico, que reconhece a glândula tireoide como um organismo externo e produz anticorpos para tentar destruí-la. “O iodo não é um causador, mas um acelerador do processo”, afirma o endocrinologista Rodrigo Fóscolo, professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG e chefe do Serviço de Endocrinologia do Hospital das Clínicas da UFMG.

Segundo ele, analisar o histórico familiar é uma das formas de identificar essas doenças em quem já tem redisposição. “Se há pessoas na família com problemas na tireoide, há mais chances desse indivíduo
também ter, principalmente se é uma mulher, visto que grande parte das doenças tireoidianas acomete mulheres”, diz.

Estudo britânico afirma que falta de iodo na gravidez pode afetar inteligência de crianças.

Postado em: 23/05/2013 às 13:38 por admin - ciência, curiosidades, dicas-de-saude, Refimosal, saúde

Uma pesquisa britânica sugere que a deficiência de iodo na gravidez pode afetar a inteligência de crianças em idade escolar.

O estudo, publicado na revista científica “Lancet”, analisou mil famílias britânicas e observou QIs mais baixos e dificuldades relacionadas à leitura entre crianças cujas mães ingeriram poucos alimentos com iodo durante a gestação.

Os pesquisadores das Universidades de Surrey e de Bristol analisaram os níveis de iodo em amostras de urina de mulheres grávidas no sudoeste da Grã-Bretanha.

Os exames mostraram deficiência do nutriente em dois terços das mães pesquisadas. Mais tarde, os pesquisadores observaram que seus filhos tinham QI mais baixo aos oito anos e problemas relacionados à leitura aos nove anos.

Até recentemente acreditava-se que a deficiência de iodo era um problema em países em desenvolvimento, apesar de estudos anteriores terem registrado índices baixos de iodo também em mulheres britânicas. No entanto, o impacto da falta de iodo no desempenho escolar das crianças era até então desconhecido.

Segundo os pesquisadores, a deficiência de iodo pode “impedir que crianças atinjam seu potencial pleno” e que a questão deve ser tratada como “um problema sério de saúde pública”.

O iodo é um nutriente essencial para o desenvolvimento do cérebro, com papel importante na produção de hormônios responsáveis pelo crescimento físico e neurológico.

Os pesquisadores aconselham mulheres em idade reprodutiva a seguirem uma dieta baseada em peixes e laticínios. Em contrapartida, eles não recomendam a ingestão de pílulas de algas marinhas porque contêm doses demasiadamente altas de iodo. No Brasil, o sal de cozinha tem adição de iodo.

 

via G1.globo.com