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‘Sal verde’ é dica para alimentação saudável

Postado em: 25/07/2012 às 17:50 por admin - culinaria, dicas-de-saude, sal, saúde

Sugestão saudável para mudar o hábito alimentar de quem costuma usar muito sal nos alimentos: Sal verde, uma mistura de ervas e sal marinho ou grosso.

A mistura  pode ser usada para temperar saladas e outras refeições, além de carne. A opção também serve para aumentar o número de nutrientes no cardápio.

Confira a receita:
2 colheres de sopa de salsinha seca;
2 colheres de sopa de orégano seco;
2 colheres de sopa de manjericão;
2 colheres de sopa de alecrim seco;
2 colheres de sopa de gergelim tostado;
1 colher de chá de sal marinho ou sal grosso.

Bata tudo no liquidificador.

Consumido com equilíbrio, sal auxilia na boa saúde

Postado em: 24/07/2012 às 17:57 por admin - dicas-de-saude, sal, saúde

O sal já foi o grande vilão da saúde, mas a falta do ingrediente também pode ser tão ou mais nociva que o consumo em excesso.

Pesquisa realizada na Universidade de Lovaina, na Bélgica, acompanhou 2.856 pessoas que não eram hipertensas ou portadoras de doenças cardiovasculares. Os resultados foram surpreendentes. As mortes no grupo que consumiu menos sal foram superiores às do que o consumiu em excesso. Também foi constatado que o risco de doença cardiovascular também era 56% mais alto no grupo com o menor consumo de sal.

“O sal industrializado é rico em iodo, elemento indispensável no combate a doenças, como o bócio”, justifica a professora de nutrição Patrícia Simone Meciano Barreto. De acordo com ela, apesar de outros alimentos, como o peixe, também conterem iodo, a concentração dele no sal fornece a quantidade ideal de consumo diário. “O sal é essencial à vida saudável”, observa.

O sódio, por exemplo, ajuda a manter a pressão sanguínea e os fluídos corporais em níveis corretos. Também é um dos responsáveis por manter o coração batendo e seus músculos contraindo-se. Se o consumo do mineral não for suficiente, a pessoa pode sofrer fadiga, fraqueza e náuseas.

O sódio severamente baixo pode até levar a confusão, agressão, tontura, convulsões, coma ou morte, afirmam especialistas.

Cota diária

A nutricionista lembra que o consumo diário de sal não deve ultrapassar 6 gramas. “Mas estudos apontam que o brasileiro ingere, em média, 12 gramas diárias”, afirma. É muito.

Uma dica superimportante, de acordo com ela, é retirar o saleiro da mesa. “Acabamos acrescentando sal desnecessariamente. Esse sal de adição prejudica muito a qualidade de vida, especialmente do hipertenso. Nem mesmo na salada devemos adicioná-lo. Podemos usar várias especiarias que substituem o sal”, recomenda a nutricionista.

Via Jornal da Cidade

Descubra como consumir sal sem prejudicar sua saúde

Postado em: 17/05/2012 às 19:33 por admin - dicas-de-saude, sal

Ao comer um pacote de macarrão lámen no almoço, você está consumindo tanto sódio – encontrado principalmente no sal –, que não deveria colocar mais nada na boca o resto do dia! Assusta, né?  E é bom mesmo se preocupar: sódio, em excesso, engorda e pode até matar: 60% dos derrames no Brasil, por exemplo, têm aí a sua causa principal. “É um inimigo que deve ser controlado”, diz a médica Fernanda Consolin, da Sociedade Brasileira de Hipertensão.  Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) nós deveríamos comer 6g de sal por dia, valor equivalente a um colher de chá, mas nós comemos 12g por dia, valor equivalente a uma colher de sopa.A nutricionista Lidiane Manttovani Leopoldino, de São Paulo, alerta para os problemas e  os benefícios no consumo de sal.

Sal em excesso

Causa aumento de pressão e sobrecarga no coração, causando hipertensão.

Faz o organismo reter mais líquidos e aumentar de  tamanho, ou seja, engordar.

Afeta o funcionamento dos rins.

Sal na medida certa

Evita problemas como  infarto, derrame ou AVC,  e insufciência renal.

Diminui a retenção de líquido, facilitando o controle do peso.

Menos inchada, você fica mais disposta e saudável.

Hambúrger (200 g)
Contém: 960 mg de sódio
Troque por: lanche com peito de peru

Sopa instantânea (pacote de 20 g)
Contém: 666 mg de sódio
Troque por: sopa caseira

Margarina (1 colher de sopa)
Contém: 800 mg de sódio
Troque por:  1 colher de sopa de azeite de oliva

Salgadinho frito (100 g)
Contém: 444 mg de sódio
Troque por: pastel assado

 

Via Mdemulher

Sal x Corpo

Postado em: 02/05/2012 às 21:27 por admin - dicas-de-saude, sal, saúde

Confira nestas perguntas e respostas o que é saudável, as formas de consumo e a utilização do sal em seu benefício:

1 – Qual a importância do sal para a saúde?
O sal está diretamente ligado ao volume de fluidos fora das células. Tudo que modifica a quantidade de sal afeta a retenção de líquidos no corpo. Ele ajuda a regular as passagens de líquido e de substâncias pela membrana das células, mantendo a pressão osmótica delas. Além disso, é importante para a transmissão de impulsos nervosos.

2 – Sódio é sinônimo de sal?
Não. 6 g de sal equivalem a 2,4 g de sódio. Fique atento na hora de ler o rótulo dos alimentos: eles trazem a quantidade de sódio, e não de sal que eles contêm.

3 – Quanto deve ser consumido por dia?
A recomendação é que adultos ingiram de quatro a seis gramas de sal por dia.

4 – Há recomendações específicas para crianças e idosos?
Ambos devem consumir menos sal. Aconselha-se que os pais não adicionem a substância à comida das crianças até os dois anos de idade. Além de o leite materno e o sódio já presente nos alimentos suprirem suas necessidades, evita-se, com isso, que elas se acostumem a uma alimentação muito salgada, já que é nessa fase que se forma o padrão gustativo.
Já os idosos devem comer menos sal (o ideal seria cerca de 5 g por dia) porque tendem a reter mais sódio e também porque, com o envelhecimento, os vasos vão perdendo naturalmente a capacidade de distensão, sendo mais provável que desenvolvam hipertensão.

5 – Em média, quanto sal os brasileiros comem por dia?
Não há estudos populacionais que determinem um valor médio para todo o país. Mas pesquisas realizadas em alguns Estados mostraram que o consumo é de aproximadamente 12 g, valor muito acima do recomendado.

6 – Quem não acrescenta sal à comida come pouco sal?
Não necessariamente. Estima-se que 75% do sal que consumimos seja proveniente de alimentos processados industrialmente. Molhos como o ketchup, produtos em conserva e embutidos são as variedades mais ricas em sal. Os outros 30% vêm dos alimentos naturais e do sal que adicionamos aos alimentos.

7 – Doces estão liberados?
Não necessariamente. Quem tem hipertensão deve evitar produtos adoçados com ciclamato de sódio. Assim como o sal, esse adoçante tem sódio, que afeta a pressão.

8 – Posso suprir minha necessidade diária de sal só com alimentos naturais?
Sim. O sódio está presente na maioria dos alimentos, embora em quantidade pequena. Alimentos como carne, peixes e ovos podem suprir essa necessidade. O problema é que nossa alimentação é pobre em iodo, e o sal de cozinha é, por lei, enriquecido com essa substância. O iodo é importante para a saúde (gestantes que têm um consumo insuficiente de iodo, por exemplo, podem ter filhos com distúrbios cognitivos).

9 – O que acontece a quem ingere uma quantidade insuficiente de sal?
Problemas causados por ingestão insuficiente de sal são raros, mas acredita-se que uma dieta muito restritiva de sal (menos de um grama por dia para adultos) altera o perfil lipídico do organismo, aumentando os índices de colesterol ruim. Ainda não se sabe qual o mecanismo que leva a essa alteração.

10 – O excesso de sal leva à hipertensão?
Sim. Em populações que consomem muito sal, os índices de hipertensão são mais altos à medida que as pessoas envelhecem.

11 – O efeito do sal é o mesmo em todas as pessoas?
Não, os graus da sensibilidade ao sal variam de pessoa para pessoa. Acredita-se que algumas pessoas, por determinação genética, teriam rins que não manipulam bem o excesso de sal no organismo. Por isso, elas seriam mais sensíveis ao sal. Essa característica também está ligada a grupos étnicos: entre negros, por exemplo, a prevalência de pessoas mais sensíveis ao sal é maior. Homens e mulheres também apresentam resistência diferente ao sal. As mulheres, de modo geral, são mais “protegidas” contra os efeitos do sal até a menopausa. Depois disso, o risco de ter hipertensão é mais acentuado nelas do que neles.

12 – Como é possível saber se alguém é hipersensível a sal?
Existem testes que permitem averiguar a sensibilidade ao sal, entretanto, eles são utilizados apenas em pesquisas. Esses exames não são usados na prática clínica porque a recomendação para todas as pessoas, independentemente de elas serem sensíveis ou não, é comer pouco sal.

13 – Quem tem pressão baixa precisa comer mais sal?
Não, pois o fato de a pessoa ter pressão baixa não significa que ela não possa ter hipertensão no futuro. Além disso, sabe-se que os riscos de problemas cardiovasculares são maiores entre pessoas que comem muito sal mesmo quando elas não apresentam hipertensão arterial. O mesmo vale para problemas renais e digestivos. Estudos também mostram que o excesso de sal pode causar broncoespasmos, piorando quadros de asma.

14 – O excedente de sal é liberado pelos rins? Então por que se preocupar com a quantidade?
O rim tem uma capacidade limitada para filtrar e excretar o sal. Quando o consumo é muito alto, o rim trabalha sob uma pressão maior e pode ter seu funcionamento comprometido. A hipertensão é uma das principais causas de doença renal crônica. Além disso, ingerir muito sal aumenta os riscos de cálculo renal –formação de pequenas “pedras” nos rins.

15 – Em quanto tempo o organismo consegue expelir o excesso após uma alimentação sobrecarregada de sal?
Pessoas normais demoram de um a dois dias para reequilibrar o organismo. Em pessoas com hipertensão, o processo de eliminação do excesso de sal demora de cinco a sete dias.

16 – Consumir sal em excesso dá celulite?
Não. A retenção de água que o sal promove é intravascular, e não na pele. Isso pode causar inchaços nas pernas ou nos dedos da mão, mas não celulite.

17 – O sal causa problemas na tireóide?
Sim e não. O cloreto de sódio não afeta a tireóide. Entretanto, no Brasil, o sal é enriquecido com iodo. Se consumido em excesso, o iodo pode levar à tireoidite de Hashimoto em pessoas com predisposição genética a doenças auto-imunes. Em 2003, a Anvisa reduziu os níveis de iodo no sal para evitar esse tipo de problema.

18 – O que é o sal light e quais seus benefícios?
O sal light é formado por uma mistura de cloreto de sódio e cloreto de potássio. Embora os dois possam ser chamados de sal, eles afetam o organismo de formas diferentes. Enquanto o potássio regula a retenção de líquidos dentro das células, o sódio age fora das células. Embora seja recomendado a pessoas com hipertensão, o sal light não é indicado para pessoas com problemas renais. Embora o potássio não leve a doenças renais, problemas nos rins levam a um acúmulo de potássio no corpo, o que aumenta os riscos de problemas cardíacos.

19 – Quais as diferenças entre o sal marinho e o sal mineral?
Embora sejam extraídos de formas diferentes (o mineral de minas subterrâneas e o marinho, da evaporação da água do mar), os dois apresentam a mesma composição e causam os mesmos efeitos no corpo.

20 – Qual a diferença do sal para o glutamato monossódico?
Além do cloreto de sódio, esse tempero tem outras substâncias que realçam o sabor de alguns alimentos. Como é rico em sódio, ele não pode ser considerado uma alternativa saudável ao sal.

21 – Faz diferença colocar o sal durante o cozimento ou adicioná-lo depois, quando a comida já está pronta?
Sim e não. Os efeitos do sal são os mesmos, independentemente do momento em que ele foi adicionado à comida. Mas os médicos recomendam que as pessoas tirem o saleiro da mesa porque elas tendem a colocar mais sal quando a comida já está pronta do que quando temperam na hora do cozimento.

22 – Como deve ser o consumo de sódio em esportistas?
O sódio, assim como outros sais minerais, é liberado pelo corpo junto com o suor. Por isso, pessoas que se exercitam intensamente podem perder mais sódio. Mas isso só se torna um problema se o exercício for praticado por muito tempo (a partir de uma hora, uma hora e meia), principalmente em ambientes quentes e úmidos. Nesses casos, a reposição deve ser feita por meio de bebidas isotônicas, e não pelo acréscimo de sal na comida.

23 – Quais são as regras para a utilização de sal nos alimentos processados?
A legislação brasileira não impõe limites para a quantidade de sal adicionada aos alimentos industrializados nem obriga as empresas a colocar alertas nas embalagens. Mas os fabricantes são obrigados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a informar no rótulo o teor de sódio no alimento.

 

Fonte: Folha de São Paulo

Por que se usa sal, açúcar e água na preparação do soro caseiro?

Postado em: 28/02/2012 às 13:42 por admin - dicas-de-saude, saúde

A receita é simples: 1 litro de água, 2 colheres (sopa) de açúcar, e 1 colher (chá) de sal. Quando se tem uma infecção intestinal o corpo perde grande quantidade de água, causando tamanha desidratação que pode levar à morte, principalmente crianças. O segredo da eficácia do soro é que sua composição simula o líquido que temos dentro do organismo. “Esse líquido é composto de água, mais sódio e glicose – elementos presentes, respectivamente, no sal e no açúcar. Assim, o soro caseiro equilibra o meio interno simulando o que acontece dentro do corpo”, diz o pediatra Adalberto Stape. A glicose é uma fonte energética que auxilia a absorção do sal, cuja composição atrai as moléculas de água, fazendo com que ela se mantenha dentro dos vasos.

Sal e açúcar são, portanto, como portas de entrada da água nas células do organismo. “Sem a mistura, a ingestão da água pura não hidrata, pois o corpo não consegue reter o líquido”, afirma o pediatra Luiz Afonso Mariz.

 

 

RECEITA DO SORO CASEIRO

1 litro de água filtrada

2 colheres (sopa) de açúcar

1 colher (chá) de sal

Rendimento: 4 copos

Vale a pena trocar o sal tradicional pelo light?

Postado em: 27/02/2012 às 20:01 por admin - dicas-de-saude, sal, saúde

Sim, desde que você não exagere na quantidade. Esse risco existe porque a versão light é menos salgada, induzindo a pessoa a dobrar a dose. “Nesse caso, a troca não vale a pena”, alerta Mariana Duro, nutricionista .O recomendável é usar o light com moderação. O resultado na balança vai aparecer, pois esse tipo de sal tem 50% menos cloreto de sódio (substância que faz o organismo reter líquido, causando inchaço) que o tradicional.

Dieta com pouco consumo de sal também pode causar problemas cardíacos

Postado em: 24/11/2011 às 21:46 por admin - dicas-de-saude

Cortar o sal da dieta não faz tanto bem para o coração como sempre foi dito pelos médicos. De acordo com novo estudo, uma dieta com pouco sal de fato reduz a pressão sanguínea, mas aumenta os níveis de colesterol, gorduras e hormônios no sangue, além do risco de doenças cardíacas.

A pesquisa, publicada na revistaAmerican Journal of Hypertension, examinou dados de 167 estudos em que os participantes foram acompanhados por um mês e selecionados aleatoriamente para seguir uma dieta de pouco sal e outra com uma grande quantidade da substância.

Os pesquisadores observaram uma melhoria pequena na pressão sanguínea dos que ingeriram uma dieta de pouco sal. Mas o efeito mais significativo ocorreu em quem já apresentava pressão alta, pois a dieta fez com que a pressão sanguínea diminuísse até 3,5%.

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