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O sal na história do Rio Grande do Norte

Postado em: 29/01/2014 às 13:32 por admin - curiosidades, sal

 

Um dos primeiros registros de que as salinas naturais do Nordeste brasileiro chamaram a atenção dos portugueses é o relato de um capitão mor, Pero Coelho, em 1627. Derrotado por piratas franceses numa batalha na serra de Ibiapaba, no Ceará, Coelho recuou suas forças para o litoral, e encontrou – na região onde se localiza hoje o município de Areia Branca – extensões de sal suficientes para abarrotar muitos navios.

Em 1641. Gedeão Morritz, o chefe da guarnição batava no Ceará, chegou às mesmas salinas e, a partir daí, os holandeses, que em seus primeiros anos no Nordeste importavam sal, trazido pelos navios da Companhia das Índias Ocidentais, iniciaram a extração local.

O sal do Rio Grande do Norte só começou a ser comercializado em outras províncias a partir de 1808, com a suspensão das proibições por D. João VI. Na primeira metade do século XX, diversos problemas dificultaram esse comércio, entre eles o elevado custo de transporte, que tornava o produto potiguar mais caro do que o importado.

Grandes investimentos na década de 60 e o aumento do consumo de sal pela indústria criaram condições para a modernização do parque salineiro. Em 1974, foi inaugurado o Terminal Salineiro, que ainda hoje escoa por via marítima boa parte da produção do estado.

Sal também é utilizado em emergências

Postado em: 22/01/2014 às 12:56 por admin - curiosidades, sal

 

A geologia moderna – que facilitou a prospecção do sal-gema – e a modernização das salinas derrubaram os preços do sal no século passado. A chegada da comida enlatada e, principalmente, da refrigeração, reduziram drasticamente a demanda na indústria de alimentos. Ainda assim, a produção mundial é, hoje, de 210 milhões de toneladas por ano. Os Estados Unidos são responsáveis por 20% desse total, à frente de China, Alemanha, Canadá e Índia.

 Salt Lake City, capital do Estado de Utah, está à beira de um dos maiores lagos salgados do planeta. Sorte dos americanos, que precisam do sal para muito mais do que para temperar guloseimas. Menos de 10% do sal que os Estados Unidos produzem é de mesa, aliás. A grande fatia – cerca de 50% – serve para derreter a neve das estradas no inverno.

Hoje, graças à tecnologia, contam-se pelo menos 14 000 utilidades para o sal, sobretudo na indústria farmacêutica. Muitas pesquisas relacionam problemas de pressão alta ao alto consumo de sal, mas ele não é o demônio que pintam. Usado em doses moderadas ou prescrito pelos médicos, o sal só faz bem. O iodo, adicionado ao produto refinado, previne doenças. E estudos mostram que o cloreto de sódio é benéfico para quem sofre de reumatismo.

Sem contar sua utilidade nas emergências. O que seria de um acidentado sem aquela garrafinha de soro fisiológico? Pesquisas recentes, algumas delas feitas no Brasil, empregam soluções salinas ainda mais concentradas que o soro nos momentos seguintes à internação de quem perdeu muito sangue. Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto do Coração de São Paulo descobriram que o “salgadão”, como é chamado esse supersoro, controla arritmias cardíacas e reduz as lesões por falta de oxigênio no cérebro.

“Nem sempre se valoriza o que realmente faz diferença no dia-a-dia”, diz Mark Kurlansky. Hoje, pode até ser o caso do sal, que dificilmente freqüenta um bate-papo num boteco ou num restaurante três estrelas. Mas uma coisa é certa: sem ele, o mundo teria bem menos graça. Seria assim… meio “sem sal”.

Via Superinteressante

Superstições sobre sal

Postado em: 18/12/2013 às 10:00 por admin - curiosidades, sal

 

Uma série de crendices também esteve relacionada ao sal. Na Europa Medieval prestava-se muita atenção à maneira como se manipulava essa substância. A etiqueta recomendava que o sal fosse tocado com a ponta da faca – jamais pelas mãos humanas.

Judeus e muçulmanos acreditam, ainda hoje, que o sal protege contra o mau-olhado. Preceitos judaicos determinam que ele seja manipulado apenas pelos dedos médio e anular. A crença reza que, se um homem utilizar o polegar, suas crianças morrerão; se usar o mínimo, ficará pobre; se escolher o indicador, virará um assassino.

Além disso, o sal esteve sempre relacionado à fertilidade no imaginário popular. Isso, segundo Mark Kurlansky, provavelmente se originou da observação de que os peixes do mar têm mais filhotes que os de água doce. Acreditava-se também que os ratos poderiam se reproduzir sem sexo, só com um pouco de sal. A origem desse mito era a velocidade espantosa com que crescia a população de roedores nos navios carregados com a mercadoria.

A tentativa de garantir a fertilidade perpetuou, nos Pirineus, o costume de estimular os noivos a irem para a igreja com sal no bolso esquerdo. Dizia-se que a simpatia protegia contra a impotência.

Via Superinteressante

O sal na antiguidade

Postado em: 11/12/2013 às 10:00 por admin - curiosidades

Mas, e a comida? Era de esperar que a produção do sal desse origem a verdadeiras maravilhas gastronômicas ao longo dos tempos. Os antigos chineses, por exemplo, inventaram vários condimentos salgados para realçar o sabor da comida à mesa – eles não tinham o hábito de jogar sal puro nos pratos prontos. O molho de soja, figurinha fácil até hoje nos restaurantes orientais, era um desses temperos.

Carnes e peixes curados, muitos deles artigos de luxo nos dias atuais, surgiram da necessidade de transportar alimentos em viagens longas. O comércio de peixe salgado enriqueceu nações e possibilitou as explorações marítimas de ingleses, espanhóis e portugueses. Os últimos caíram de amores pelo bacalhau salgado, hoje o alimento mais importante da culinária lusitana.

A abundância do produto ao longo do território francês facilitou o nascimento de 265 tipos de queijo. Na verdade, tudo o que os produtores queriam era preservar o leite adicionando sal. Mas os queijos foram surgindo casualmente, com as variações de clima e do manejo dos ingredientes. Da mesma forma, graças ao sal vieram ao mundo os vários tipos de presunto e salame.

Sal Marinho

Postado em: 23/10/2013 às 10:00 por admin - curiosidades, sal, saúde

 

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O sal marinho é o resultado da evaporação da água do mar. Sendo assim, é mais recomendado pelos médicos por ser menos salgado e não passar pelo mesmo processo de refinamento que o sal de cozinha comum, o sal mineral.

As substâncias minerais dão ao sal marinho um gosto natural e diferenciado, sendo benéfico para a saúde, pois contém micro-minerais que são removidos do sal comum durante o processo de refinamento, entre eles o iodo. Outro tipo de sal ainda mais rico em minerais e com grande valor nutricional é a flor de sal.

O sal marinho deve ser usado segundo a recomendação de sal, e assim proporciona a reposição de minerais no organismo e o bom funcionamento da glândula tireóide, além de evitar a formação de cálculos renais. O benefício é ainda maior para populações que vivem longe do mar, por compensar as carências nutricionais pelo menor consumo de produtos marinhos.

O sal marinho é uma excelente solução caseira para garganta, quando está inflamada ou irritada.

O sal marinho pode ser encontrado grosso, fino ou em flocos, nas cores rosa, cinza ou preto.

Via tuasaude.com

Benefícios e curiosidades sobre o sal

Postado em: 09/10/2013 às 20:25 por admin - curiosidades

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Quando o tema é energizar ambientes, inúmeras vezes ouvimos falar da utilização de sal grosso nos mesmos. Uns pensam tratar-se apenas de crenças populares ou até desvarios, outros acreditam que este elemento é realmente eficaz para harmonizar energeticamente ambientes e pessoas.

As referências ao sal na história da humanidade são infindas: para os gregos e romanos, o sal era uma das mais apreciadas oferendas; no Tibete, usaram-se “pães de sal” como moeda de troca; a Bíblia está repleta de várias referências ao sal; no Sião, as parturientes lavavam-se com água e sal para se protegerem contra sortilégios; em Marrocos deitava-se sal nos lugares escuros para afugentar os maus espíritos; nos países nórdicos colocava-se sal junto ao berço das crianças para as proteger do mal; os romanos falavam de sal sapientia como símbolo da sabedoria; Jesus conferiu ao sal um elevadíssimo significado espiritual, ao chamar Sal da Terra aos apóstolos.

Em termos etimológicos, a palavra sal foi-nos deixada pelos latinos (sal, salis). Estes tanto aplicavam a palavra sal para nomear o produto material extraído da água do mar, como para aludir, metaforicamente, à vivacidade, ao bom gosto ou ao intelecto.

Quimicamente, o sal grosso é a união do Cl (cloro) com o Na (sódio). No átomo de cloro temos uma partícula negativa e no átomo de sódio temos uma partícula positiva. Assim, positivo e negativo ligam-se para formar uma molécula em equilíbrio. Quando o sal entra em contato com a água, os átomos tendem a separar-se para reagir com a água. Neste processo, encontramos a possibilidade de partículas negativas de um ambiente, de uma pessoa ou de um objeto, serem atraídas magneticamente para a parte do Na+ (sódio), ao passo que partículas carregadas positivamente são atraídas para a parte do Cl – (cloro).

Não obstante, embora a maioria das pessoas pense o contrário, o estado harmónico não é a energia positiva em excesso, mas um equilíbrio entre ambas. Assim, o sal além de absorver a negatividade em excesso, também absorve a parte positiva que estiver em desequilíbrio. Por isso, manter um recipiente com água e sal grosso nos ambientes a harmonizar, promoverá um efeito de “filtro de ambiente”, ajudando a manter a qualidade da energia do nosso lar ou local de trabalho.

Como fazer para utilizar o sal e harmonizar um ambiente:

Colocar um recipiente (preferencialmente de vidro transparente) com água e sal grosso num local discreto (da casa ou ambiente de trabalho). Este recipiente deve ser trocado sempre que começar a apresentar a formação de uma “casca” de sal na borda. Quando isto acontecer, deve-se deitar este conteúdo num esgoto normal, lavar bem o recipiente e repetir o processo.

Via http://www.cenif.com

 

Mina de sal profunda abrigará lutas e entra para o Guinness

Postado em: 25/09/2013 às 19:05 por admin - curiosidades, sal

blog_carrera1Em cenário deslumbrante, patrimônio da Unesco, construído no século 13, e a 122 metros de profundidade, a mina de sal da cidade de Wieliczka, no Sul da Polônia, será sede de um evento de boxe e terá acompanhamento de representantes do Guinness Book, para estabelecimento de recorde mundial. O espetáculo está acertado para 19 de outubro e conta com participação de promissores pugilistas poloneses.

“Aqui é um dos lugares mais exclusivos do planeta, mas não podemos deixar de ressaltar os combates de grandes atletas de nosso país”, assinala Tomasz Babilonski, promotor do evento. Há brigas entre o compatriota cruzador (90,7k) Kryzsztof Glowacki (19-0-0, 12 KOs) e o americano e ex-campeão mundial Richard Hall, e do pesado Kryzsztof Zimnoch (16-0-0, 11 KOs) – que no amadorismo superou a perspectiva ianque Deontay Wilder.

História rica

A mina de sal de Wieliczka produziu sal de mesa até 2007, porém, a extração comercial foi interrompida já em 1996, devido aos preços baixos e às inundações que atingiam o local. Em 1978, ela foi elevada à condição de patrimônio da Unesco e atualmente atrai mais de 1,2 milhão de pessoas. Em seus registros, passaram por ali personagens ilustres como Karol Wojtyla(mais tarde Papa João Paulo II), Nicolau Copérnico, Frydreryk Chopin, e o ex-presidente dos EUA Bill Clinton. Para quem alcança a mina, as principais atrações são a catedral, dezenas de estátuas e três capelas todas esculpidas em pedra de sal pelos mineiros.

 

via Gazeta Esportiva

Explore uma incrível mina de sal no Google Street View

Postado em: 11/09/2013 às 20:21 por admin - curiosidades, sal

0,,69831285,00Desde o século XIII, a mina de sal Wieliczka, na Polônia, encanta visitantes. Seus candelabros e imagens de santos feitos piramente de sal fizeram com que, já no século XV, ela se tornasse um patrimônio da humanidade. E, agora, é possível explorá-la através do Google Street View.

Na época medieval, o sal era um bem precioso e a mina trouxe grande riqueza para a Polônia. Com o passar dos séculos, os homens que trabalhavam ali a decoraram com esculturas históricas e religiosas e construíram capelas. Afinal, trabalhar na mina era perigoso – e eles queriam rezar por sua segurança.

Já em tempos modernos, oficiais convidaram artistas para criar novas esculturas. Hoje a mina tem 9 andares e cerca de 350 km de extensão (embora só alguns trechos estejam abertos ao público). E, no Google Street View, é possível visitar dois andares. Confira aqui.

Catedral esculpida no sal é uma das principais atrações da Colômbia

Postado em: 04/09/2013 às 13:47 por admin - curiosidades

dsc_0434Uma catedral esculpida em uma antiga mina de sal é uma das principais atrações turísticas da Colômbia. Ela foi construída em 1995, em Zipaquirá, para substituir uma estrutura anterior, que se deteriorou.

Mais de cem mineiros extraíram 350 mil toneladas de sal da mina para criar a obra arquitetônica, toda feita do mineral.

Uma das opções para se chegar ao local é pegar um trem turístico, com locomotiva a vapor, que faz o trajeto desde Bogotá aos sábados, domingos e feriados. A passagem do trem custa 42 mil pesos colombianos (quase R$ 50). A entrada básica na catedral sai por 20 mil pesos (quase R$ 24).

Também é possível contratar um serviço de táxi em um hotel de Bogotá. Táxis especiais oferecem passeios de até 4 horas (translados e visitação) por 140 mil pesos (cerca de R$ 165).

O interior da mina onde fica a catedral tem um percurso de cerca de um quilômetro. Por isso, gasta-se, pelo menos, uma hora para se fazer um passeio rápido por seu interior. Em Zipaquirá, há vários restaurantes em que se pode comer após o passeio pela catedral. Uma refeição para um casal sai por cerca de 70 mil pesos (R$ 84).

5 coisas que você provavelmente não sabe sobre o sal

Postado em: 21/08/2013 às 18:40 por admin - ciência, curiosidades, sal

salaiO sal é um condimento tão comum que muitas vezes nem nos damos conta de que ele guarda muitas características e funcionalidades bastante curiosas. Para começar, ele tem efeitos muito fortes sobre o corpo humano, sendo capaz de alterar a pressão sanguínea e até evitar que bócios sejam formados na tireoide.

Além disso, o sal também torna alimentos mais saborosos e, se necessário, pode ser usado para conservá-los por mais tempo sem a necessidade de refrigeração. Mas como tudo isso funciona?

1. Adição de iodo

Desde 1924, o governo dos Estados Unidos pediu para a empresa Morton Salt Company que iodo fosse adicionado ao sal vendido no país. Isso foi feito porque, em algumas regiões daquele país, as pessoas não estavam consumindo iodo o suficiente, já que esse elemento não está presente em grandes quantidades no solo das áreas próximas aos Grandes Lagos da América do Norte ou Noroeste Pacífico.

Entre outros problemas, a deficiência de iodo pode causar bócio na tireoide, popularmente conhecido como “papo”. Na verdade, cerca de 90% dos casos de bócios na tireoide são desenvolvidos pela falta de iodo na dieta e, portanto, nada mais natural do que adicionar o elemento ao sal. A ideia foi copiada da Suíça, que na mesma época também investia na mesma ação.

Felizmente, a adição de iodo ao sal custa apenas poucos centavos anuais por pessoa, o que faz com que o preço do sal continue praticamente o mesmo. Talvez por isso, a prática acabou sendo adotada pela maior parte dos países, incluindo o Brasil.

2. Por que o sal realça o sabor do alimento?

A salinidade é um dos cinco gostos básicos que a língua humana pode detectar. Como se não bastasse, adicionar sal ao alimento faz com que certas moléculas sejam mais facilmente liberadas no ar, o que favorece o aroma da comida. E como sabemos, o aroma é parte muito importante da percepção de gosto.

Além disso, o sal também ajuda a suprimir o sabor amargo. Essa é a razão, por exemplo, de esse condimento ser usado na hora de comer grape fruit. Ele também pode ser usado em alimentos doces ou azedos, como forma de equilibrar o sabor.

3. Por que o sal faz a pressão subir?

A ideia de que sal faz a pressão a subir vem circulando pelo mundo desde a década de 60. É por isso, por exemplo, que as pessoas mais velhas ou com problemas de coração acabam reduzindo o consumo desse condimento. Porém, de acordo com o site Today I Found Out, não existe muito respaldo para essa preocupação.

Existem alguns estudos que mostram um risco pequeno na possibilidade de a pressão sanguínea subir com a ingestão de uma quantidade muito grande de sal. Também existem muitos estudos que não mostram alteração na pressão e alguns que chegam à conclusão de que a redução de sal pode, na verdade, fazer a pressão subir.

A ideia de que o sal faz a pressão subir vem da pressão osmótica. A osmose é o movimento de um solvente (a água) atravessando membranas semipermeáveis (paredes das células), em áreas de baixa concentração de substâncias (sal) para áreas de alta concentração. Isso, naturalmente, equaliza a concentração em ambos os lados da membrana.

Assim, a história de que o sal faz aumentar a pressão vem da ideia de que, ao consumir muito sal, a corrente sanguínea fica com mais sódio do que as outras partes do corpo. Isso faz com que a água dessas áreas seja enviada para o sangue e, consequentemente, o aumento de fluido dentro de veias e artérias faz a pressão aumentar. Além disso, o sal também age como um agente irritante, fazendo com que as artérias se contraiam, o que também causaria o aumento da pressão.

Porém, apesar de isso ser amplamente aceito por governos e médicos do mundo todo, os estudos recentes não dão respaldo à teoria. Em 2001, dois estudos publicados no site Cochrane Reviews chegaram à conclusão que, depois de 150 exames clínicos e o estudo de 13 populações, não há uma indicação clara a favor da redução de sódio.

4. Como o sal preserva carnes?

Hoje, todo mundo prefere recorrer ao freezer ou à geladeira para conservar melhor bifes ou pedaços de carne do churrasco. Porém, houve uma época em que o sal era usado com essa finalidade e, ainda hoje, é possível encontrar alguns tipos de carnes que são produzidos dessa forma.

Essa capacidade de preservar os alimentos também se deve à pressão osmótica. Ao fazer com que a carne perca água, o sal acaba eliminando um dos principais elementos para a existência de fungos e bactérias, fazendo com que o “bife” dure muito mais.

5. Removedor de manchas

Derrubou suco de uva no carpete? Não tem problema: o sal apaga o estrago. Porém, seja rápido. Dentro de 5 a 10 minutos, o sal que estava seco quando jogado e espalhado sobre a mancha começa a absorver o líquido.

Depois de 15 minutos, use um aspirador de pó para remover o sal, porém, cuidado para não esfregá-lo sobre a superfície. Se a mancha persistir, repita a operação até que ela saia completamente ou, então, até que o sal não tenha mais líquido para absorver.

 

via Megacurioso.com.br