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5 coisas que você provavelmente não sabe sobre o sal

Postado em: 21/08/2013 às 18:40 por admin - ciência, curiosidades, sal

salaiO sal é um condimento tão comum que muitas vezes nem nos damos conta de que ele guarda muitas características e funcionalidades bastante curiosas. Para começar, ele tem efeitos muito fortes sobre o corpo humano, sendo capaz de alterar a pressão sanguínea e até evitar que bócios sejam formados na tireoide.

Além disso, o sal também torna alimentos mais saborosos e, se necessário, pode ser usado para conservá-los por mais tempo sem a necessidade de refrigeração. Mas como tudo isso funciona?

1. Adição de iodo

Desde 1924, o governo dos Estados Unidos pediu para a empresa Morton Salt Company que iodo fosse adicionado ao sal vendido no país. Isso foi feito porque, em algumas regiões daquele país, as pessoas não estavam consumindo iodo o suficiente, já que esse elemento não está presente em grandes quantidades no solo das áreas próximas aos Grandes Lagos da América do Norte ou Noroeste Pacífico.

Entre outros problemas, a deficiência de iodo pode causar bócio na tireoide, popularmente conhecido como “papo”. Na verdade, cerca de 90% dos casos de bócios na tireoide são desenvolvidos pela falta de iodo na dieta e, portanto, nada mais natural do que adicionar o elemento ao sal. A ideia foi copiada da Suíça, que na mesma época também investia na mesma ação.

Felizmente, a adição de iodo ao sal custa apenas poucos centavos anuais por pessoa, o que faz com que o preço do sal continue praticamente o mesmo. Talvez por isso, a prática acabou sendo adotada pela maior parte dos países, incluindo o Brasil.

2. Por que o sal realça o sabor do alimento?

A salinidade é um dos cinco gostos básicos que a língua humana pode detectar. Como se não bastasse, adicionar sal ao alimento faz com que certas moléculas sejam mais facilmente liberadas no ar, o que favorece o aroma da comida. E como sabemos, o aroma é parte muito importante da percepção de gosto.

Além disso, o sal também ajuda a suprimir o sabor amargo. Essa é a razão, por exemplo, de esse condimento ser usado na hora de comer grape fruit. Ele também pode ser usado em alimentos doces ou azedos, como forma de equilibrar o sabor.

3. Por que o sal faz a pressão subir?

A ideia de que sal faz a pressão a subir vem circulando pelo mundo desde a década de 60. É por isso, por exemplo, que as pessoas mais velhas ou com problemas de coração acabam reduzindo o consumo desse condimento. Porém, de acordo com o site Today I Found Out, não existe muito respaldo para essa preocupação.

Existem alguns estudos que mostram um risco pequeno na possibilidade de a pressão sanguínea subir com a ingestão de uma quantidade muito grande de sal. Também existem muitos estudos que não mostram alteração na pressão e alguns que chegam à conclusão de que a redução de sal pode, na verdade, fazer a pressão subir.

A ideia de que o sal faz a pressão subir vem da pressão osmótica. A osmose é o movimento de um solvente (a água) atravessando membranas semipermeáveis (paredes das células), em áreas de baixa concentração de substâncias (sal) para áreas de alta concentração. Isso, naturalmente, equaliza a concentração em ambos os lados da membrana.

Assim, a história de que o sal faz aumentar a pressão vem da ideia de que, ao consumir muito sal, a corrente sanguínea fica com mais sódio do que as outras partes do corpo. Isso faz com que a água dessas áreas seja enviada para o sangue e, consequentemente, o aumento de fluido dentro de veias e artérias faz a pressão aumentar. Além disso, o sal também age como um agente irritante, fazendo com que as artérias se contraiam, o que também causaria o aumento da pressão.

Porém, apesar de isso ser amplamente aceito por governos e médicos do mundo todo, os estudos recentes não dão respaldo à teoria. Em 2001, dois estudos publicados no site Cochrane Reviews chegaram à conclusão que, depois de 150 exames clínicos e o estudo de 13 populações, não há uma indicação clara a favor da redução de sódio.

4. Como o sal preserva carnes?

Hoje, todo mundo prefere recorrer ao freezer ou à geladeira para conservar melhor bifes ou pedaços de carne do churrasco. Porém, houve uma época em que o sal era usado com essa finalidade e, ainda hoje, é possível encontrar alguns tipos de carnes que são produzidos dessa forma.

Essa capacidade de preservar os alimentos também se deve à pressão osmótica. Ao fazer com que a carne perca água, o sal acaba eliminando um dos principais elementos para a existência de fungos e bactérias, fazendo com que o “bife” dure muito mais.

5. Removedor de manchas

Derrubou suco de uva no carpete? Não tem problema: o sal apaga o estrago. Porém, seja rápido. Dentro de 5 a 10 minutos, o sal que estava seco quando jogado e espalhado sobre a mancha começa a absorver o líquido.

Depois de 15 minutos, use um aspirador de pó para remover o sal, porém, cuidado para não esfregá-lo sobre a superfície. Se a mancha persistir, repita a operação até que ela saia completamente ou, então, até que o sal não tenha mais líquido para absorver.

 

via Megacurioso.com.br

Por que o sal faz o gelo derreter?

Postado em: 03/07/2013 às 18:06 por admin - ciência, curiosidades, sal

Jogar sal no gelo faz com que ele derreta, porque a temperatura de fusão (passagem da água do estado sólido para o líquido) diminui. A temperatura de fusão da água é de 0°C, mas, quando se joga sal no gelo, a fusão ocorre a uma temperatura inferior a essa.

Segundo o Departamento de Bioquímica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), essa descoberta foi feita por Farenheit, que concluiu “que a temperatura necessária para congelar uma mistura de água, gelo e sal era de -32°C”.

O efeito do sal em diminuir a temperatura de fusão da água é usado nos países onde costuma nevar. O sal é jogado nas ruas e calçadas para derreter o gelo.

Esse mesmo efeito pode ser usado para tornar as bebidas mais geladas. A água líquida conduz melhor o calor do que o gelo. Além disso, o líquido resultante da mistura de gelo e sal está a uma temperatura abaixo de 0°C. Tudo isso faz com que a energia térmica da bebida seja “removida” com maior velocidade, tornando a bebida mais gelada em menos tempo.

Aprendeu? Refimosal também é cultura.

Estudo britânico afirma que falta de iodo na gravidez pode afetar inteligência de crianças.

Postado em: 23/05/2013 às 13:38 por admin - ciência, curiosidades, dicas-de-saude, Refimosal, saúde

Uma pesquisa britânica sugere que a deficiência de iodo na gravidez pode afetar a inteligência de crianças em idade escolar.

O estudo, publicado na revista científica “Lancet”, analisou mil famílias britânicas e observou QIs mais baixos e dificuldades relacionadas à leitura entre crianças cujas mães ingeriram poucos alimentos com iodo durante a gestação.

Os pesquisadores das Universidades de Surrey e de Bristol analisaram os níveis de iodo em amostras de urina de mulheres grávidas no sudoeste da Grã-Bretanha.

Os exames mostraram deficiência do nutriente em dois terços das mães pesquisadas. Mais tarde, os pesquisadores observaram que seus filhos tinham QI mais baixo aos oito anos e problemas relacionados à leitura aos nove anos.

Até recentemente acreditava-se que a deficiência de iodo era um problema em países em desenvolvimento, apesar de estudos anteriores terem registrado índices baixos de iodo também em mulheres britânicas. No entanto, o impacto da falta de iodo no desempenho escolar das crianças era até então desconhecido.

Segundo os pesquisadores, a deficiência de iodo pode “impedir que crianças atinjam seu potencial pleno” e que a questão deve ser tratada como “um problema sério de saúde pública”.

O iodo é um nutriente essencial para o desenvolvimento do cérebro, com papel importante na produção de hormônios responsáveis pelo crescimento físico e neurológico.

Os pesquisadores aconselham mulheres em idade reprodutiva a seguirem uma dieta baseada em peixes e laticínios. Em contrapartida, eles não recomendam a ingestão de pílulas de algas marinhas porque contêm doses demasiadamente altas de iodo. No Brasil, o sal de cozinha tem adição de iodo.

 

via G1.globo.com

Anvisa aprova redução do limite de iodo no sal

Postado em: 22/04/2013 às 17:31 por admin - ciência, Legislação, sal, saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (16) resolução que reduz os limites de iodo adicionados no sal de consumo humano. De acordo com a agência reguladora, há indícios de que o consumo excessivo da substância possa aumentar os casos de tireoidite de Hashimoto, doença autoimune que tem entre seus principais sintomas fadiga crônica, cansaço fácil e ganho de peso.

A norma vigente fixa uma faixa entre 20 miligramas (mg) e 60 mg de iodo para cada quilo de sal. Com a nova resolução, a faixa de adição de iodo no sal permitida fica entre 15 mg e 45 mg. O tema entrou em consulta pública em 2011.

De acordo com a gerente geral de alimentos da Anvisa, Denise Rezende, cerca de 93% das marcas avaliadas pela agência cumprem a nova norma. Para José Agenor Álvares da Silva, relator do processo, a medida não vai ter impacto no sistema produtivo. A norma ainda vai ser publicada no Diário Oficial da União e trará o cronograma a ser cumprido pelos fabricantes.

Os limites de adição de iodo no sal recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) ficam entre 20 mg e 40 mg para países em que a população consume uma média de 10 gramas de sal por dia. Dados do Ministério da Saúde indicam que o brasileiro consome 9,6 gramas de sal diariamente, mas o consumo total pode chegar a 12 gramas quando levado em consideração alimentos processados e consumidos fora de casa.

De acordo com a Anvisa, o processo de iodação do sal é uma medida adotada em todo o mundo com o objetivo de prevenir distúrbios por deficiência de iodo (DDI), que incluem retardo mental grave e irreversível e surdo-mudez em crianças, anomalias congênitas e bócio.

Dicas Refimosal para uma saúde melhor.

Postado em: 22/03/2013 às 18:53 por admin - ciência, dicas, dicas-de-saude, Refimosal, Responsabilidade Social, saúde


Apetite por sal

Postado em: 09/01/2013 às 19:00 por admin - ciência, curiosidades, sal

De uma maneira surpreendentemente clara e abrangente, o artigo intitulado “Regulamento Central do apetite de sódio”, de Joel Geerling e Arthur Loewy, do Departamento de Anatomia e Neurobiologia, Washington University School of Medicine, em St. Louis, MO, discorre sobre os mecanismos responsáveis por nosso apetite por sal. O nosso aparelho fisiológico evoluiu ao longo das eras para manter o sistema cardiovascular em pleno funcionamento e depende largamente da manutenção e equilíbrio das quantidades suficientes dos dois nutrientes mais essenciais à vida – água e sal. Este sistema fundamental pode ser encontrado em peixes, répteis e todos os mamíferos. A vida depende disso.

Para a nossa sobrevivência, o nosso sistema circulatório deve ter um volume adequado de sangue que está sob pressão suficiente para abastecer todos os nossos tecidos com os nutrientes de que precisam e remover todos os subprodutos tóxicos do metabolismo. É um equilíbrio afinado de água e sal que permite que isso aconteça. Qualquer quantidade de água ou de sal que é consumido em excesso é rapidamente eliminada através dos nossos rins. No entanto, uma questão igualmente importante é garantir que se ingira água e sal suficiente para compensar quaisquer perdas que ocorram. Esta é a hora onde o mecanismo de controle da incrível sede de água e do apetite por sal aparecem.

A publicação de Geerling e Loewy mostra que este sistema multifatorial é tão robusto e inclui tantos mecanismos à prova de falhas que continua a funcionar mesmo depois do desligamento total de grandes seções do seu sistema. Empregando uma cascata complexa das funções fisiológicas de hormônios poderosos, como a aldosterona, para pressionar receptores sensíveis no cérebro, essa sede de água e apetite por sal é um mecanismo que modera nosso comportamento, assim somos conduzidos a repor rapidamente o volume e equilíbrio iônico do sangue, de modo que é pressurizado suficientemente para circular para o nosso coração através de nosso corpo. Quando os líquidos e os eletrólitos são perdidos, tal como acontece com a transpiração, esforço físico, diarreia ou outras circunstâncias, nós imediatamente obtemos um sinal de sede de água. Assim, bebemos água para compensar a perda. Depois de um atraso, o apetite por sal retrocede para assegurar que os níveis de íons sejam substituídos. Se não respondem a tempo para o apetite por sal, nós morremos – uma situação que foi descrita em um artigo anterior onde uma jovem morreu em um concurso de retenção de água.

Foi sugerido repetidamente que as políticas devem ser desenvolvidas para reduzir a quantidade de sal nos alimentos processados. De fato, alguns países já têm ou estão em processo de consideração quanto a essas políticas. Será que essas políticas serão eficazes? Que indicação há que as pessoas com um estoque de comidas com baixo teor de sal vão realmente reduzir o consumo de sal? Com base nesta última publicação sobre o apetite por sal, os indivíduos, diante de alimentos com baixo teor de sal, podem compensar isso de outras maneiras. Eles podem comer consideravelmente mais alimento a fim de obter mais sal ou podem simplesmente pegar o saleiro e adicionar mais voluntariamente.

Nosso apetite por água (“sede”) é um mecanismo básico que desenvolvemos na nossa luta por sobrevivência. Assim é o nosso apetite por sal. Os dois mecanismos são interdependentes e básicos para a nossa sobrevivência. Todas as políticas promulgadas para regular o consumo de sal devem ter isso em mente e se basear na ciência mais rigorosa. Se não, muitos danos serão causados.

 

 

Traduzido do original: Salt Appetite por Davi Moura – Artigo publicado no site do Salt Institute (www.saltinstitute.org).

Perguntas e Respostas sobre Sal.

Postado em: 19/12/2012 às 18:48 por admin - ciência, curiosidades, dicas, saúde, Sem categoria

O sal desempenha função importantíssima em nosso corpo. O sódio, presente no sal, é essencial para o bom funcionamento do organismo, auxiliando os sistemas nervoso e muscular. Mas, é importante advertir, é um perigo se for consumido em excesso.

A seguir, responderemos algumas dúvidas frequentes a respeito do sal.

Sal e sódio são sinônimos? Não. Sal e sódio não são sinônimos. Na verdade, o sal é composto por cloreto de sódio. Em seis gramas de sal, há 2,4 gramas de sódio. Os rótulos dos produtos costumam informar a quantidade de sódio, e não de sal, presente no alimento.

Que quantidade de sal deve ser consumida diariamente por um adulto saudável? 5 gramas de sal por dia. A recomendação diária de sódio ideal para um adulto sadio é de 1.600 a 2.400 mg, ou seja, entre 4 e 6 gramas de sal de cozinha por dia, o que equivale a duas ou três colheres de café.

O número de sachês de sal adicionado às refeições serve como medida de consumo? Não. Cerca de 75% do sal que você consome diariamente vem de alimentos industrializados, somente 25% origina-se do sal acrescentado aos alimentos naturais.

O sal pode ajudar a prevenir cãibras musculares? Sim. São inúmeras as causas das cãibras, mas os principais fatores que predispõe seu aparecimento são grandes perdas de sódio e líquidos e, por isso, elas são tão comuns em atletas, já que eles suam mais e perdem minerais. O sódio é um mineral importante na transmissão dos impulsos nervosos e nas ações que levam ao movimento. Um déficit desse elemento torna os músculos mais sensíveis, fazendo com que uma leve tensão ocasione uma contração incontrolável, a cãibra.

Qual dos sais é o mais saudável? O sal mais recomendado, desde que você não tenha restrição alimentar, é o marinho. Ele preserva mais de 80 tipos de nutrientes, como bromo e magnésio, que costumam ser eliminados na refinação do sal comum.

Quantas calorias existem em um sachê de 1g de sal refinado? Por ser formado por cloreto de sódio, o sal não possui calorias.

Consumo do sal NÃO iodado é um perigo para a saúde

Postado em: 27/11/2012 às 19:29 por admin - ciência, sal, saúde

Algumas pessoas, não poucas, consomem, diariamente, o sal não iodado, adquirido, sobretudo, no mercado informal em condições de venda anti-higiênicas. Contudo, não imaginam sequer os perigos que esta prática acarreta para a sua saúde. O Ministério da Saúde adverte que consumir sal não iodado traz vários problemas para o consumidor tais como atraso mental, redução da capacidade de trabalhar, surdez, abortos espontâneos e outros problemas na formação dos fetos.

O iodo é um elemento relevante para a saúde do homem porque contém cloreto de sódio e íons úteis para a sobrevivência dos seres humanos, através da regulação de água no organismo. A glândula tireoide, por exemplo, produz hormônios graças ao iodo recebido dos alimentos, essenciais para o desenvolvimento e funcionamento normal do cérebro, do sistema nervoso central, manutenção da temperatura do corpo e o crescimento.

Aconselha-se aos cidadãos para que sempre que forem comprar sal, verifiquem se é ou não iodado. Todos devem consumi-lo, principalmente, os jovens, os adultos, os idosos e as mulheres em idade reprodutiva ou grávidas. As necessidades de Iodo aumentam nas crianças e adolescentes porque estão em fase de crescimento, e nas mulheres durante a gravidez e quando estão amamentando. Por isso, as crianças e as mulheres são as mais afetadas pelas doenças ocasionadas pela falta de Iodo.

As vantagens do seu consumo são várias para o organismo: reduz o risco de atraso mental, garante o bom desenvolvimento físico dos bebés recém-nascidos e combate o surgimento do bócio, uma doença que se manifesta através do inchaço no pescoço.

O que é sal iodado?

O sal iodado é aquele que contém Iodo. O Iodo é um mineral essencial para o crescimento e desenvolvimento do corpo humano. Sem ele, o corpo e o cérebro não se desenvolvem adequadamente. A sua falta considerada é a causa mais comum da deficiência mental no mundo, mas pode ser prevenida. A quantidade diária de Iodo que o organismo precisa é muito pequena. O total que uma pessoa precisa durante toda a sua vida é uma quantidade equivalente a uma colher de chá.

O Iodo está disponível nos alimentos do mar, como o peixe, mariscos, mas como o acesso a estes alimentos é difícil em muitos casos, decidiu-se pôr o iodo no sal, de modo a facilitar  e aumentar o consumo desse mineral e cessar os problemas causados pela sua falta.

 

 

 

 

 

 

Como gelar cerveja em 3 minutos

Postado em: 26/07/2012 às 17:12 por admin - ciência, curiosidades, dicas, sal

A festa começou, as pessoas não param de chegar e, naquele abre e fecha da geladeira, todas as bebidas ainda estão quentes. Você não precisa mais do que ciência, sal, e 3 minutos para resolver o problema. Anote aí!

O sal se dissolve facilmente na água e reduz seu ponto de congelamento. Pura, a água congela a cerca de 0 ºC. Já a água com sal precisa de uma temperatura menor, que pode chegar a dezenas de graus abaixo de zero. Quando o sal é colocado no gelo, parte dos cubos derretem, “roubando” calor durante a troca de estado físico e esfriando a mistura como um todo. Além disso, o sal dissolvido provoca uma reação endotérmica, ou seja, reduz mais a temperatura da mistura. O álcool tem um papel semelhante: derrete o gelo “roubando” calor e diminui ainda mais o ponto de congelamento. É usado porque quando a temperatura ficar abaixo de -9 ºC, o sal perde um pouco do efeito, mas o álcool não.

De olho no relógio: o alumínio é bom condutor de calor, e 3 minutos são suficientes para que as latinhas mergulhadas encontrem o equilíbrio térmico. Como a temperatura fica abaixo de zero, após alguns minutos, a bebida vai estar tão gelada que não vai dar para sentir o gosto e periga congelar.

Assista vídeo:

 

Via Galileu